GCM COTIA uma guarda cidadã

O dia 2 de Abril celebrou a autonomia autárquica e municipal de Cotia (170 Anos: 1856-2026) que renasceu no espigão de entrada para a Floresta de Morro Grande quando, em 1703, cidadãos e cidadãs deixaram para trás a parada-freguesia (1676) de Nossa Senhora do Monte Serrat, desde tempos imemoriais no Caiapiã e como eixo da rota ynca-guarany Piabiyu.

Hasteadas as bandeiras sob a continência da Guarda Civil Municipal a mostrar uma pujança de gabaritagem operacional que ganhou apoio total do prefeito, veio a fala de Osmar Danilo, a representar a Vereança, e dele soube-se das atividades já avançadas na modernização dos serviços municipais pelo que cumprimentou o prefeito Welington ´Formiga´ que vem agindo a pensar no futuro.

A Guarda Municipal de Cotia foi criada pela Lei 03/1983, e pela Lei 400/1991 foi denominada Guarda Civil de Cotia, que hoje é conhecida como Guarda Civil Municipal / GCM por força da lei Complementar 63/2006.

O novo Centro de Monitoramento da Guarda Civil Municipal (CECOM) de Cotia, inaugurado em novembro de 2025, é uma central de alta tecnologia e integra o sistema Smart Cotia com mais de 50 monitores, a Base da Guarda Ambiental e o Projeto Educando, reforçando a segurança no município.

Duas personalidades da história do Brasil relacionada à Segurança Pública, nasceram em Cotia: 1- Diogo Feijó, que foi regente imperial e criou a Guarda Nacional / GN, em 1831, e pelo mesmo decreto, via Ministério da Justiça, criou o Corpo de Guardas Municipais que deram origem à Polícia Militar; 2- Baptista Cepellos, que foi escritor, advogado e capitão da Força Pública de São Paulo (criada por Rafael Tobias de Aguiar com base na lei de Feijó que criou a GN). Diante disto é interessante anotar que nem Feijó nem Cepellos são anotados no histórico da GCM Cotia, apesar da importância histórica.

Com apoio total do prefeito Welington ´Formiga´, desde que foi eleito em 2024, a GCM Cotia tem hoje um efetivo, de ambos sexos, que opera com a mais moderna tecnologia de visualização e rastreio no âmbito da prevenção ao crime ou alteração da ordem pública, treinamentos otimizados e relação cidadã com a população, o que faz dela uma corporação de alto nível.

 

João Barcellos | historiador

 

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João Barcellos

Publicou o primeiro livro em 1968 e, no mesmo ano iniciou atividade jornalística, cultural e tecnológica. No Brasil, desde 1988, foi co-fundador do jornal O Serigrafico, Jornal Corpus, das revistas Vida & Construção e Impressão & Cores. Literariamente, coordena as coletâneas Palavras Essenciais e Debates Paralelos (ambas com 15 volumes). É co-fundador da agência Koty Marketing (2020).