Temos Vacina. Qual é o Dia D e a Hora H, Sr. ministro-general da Saúde?
Mais uma vez, e desde que foi visitado por personalidades do mundo científico, como Alberto Einstein e Theodor Roosevelt (este, presidente dos EUA e cientista), o Instituto Butantan, instituição de pesquisa do Estado de São Paulo, mostrou a sua capacidade tecnológica para produzir uma vacina emergencial de alta eficácia clínica (78% em prevenção e 90% em casos graves, com eficácia global de 50,38%).
Pode-se não gostar, ou gostar, de João Dória, o Governador paulista, mas o seu esforço de ´lobby´ político-empresarial no combate à pandemia Covid-19 resultou em uma vacina testada no Brasil entre profissionais da Saúde, única no mundo, e experimentada nos limites clínicos da eficiência com riscos totais.
O produto foi e é uma interação laboratorial entre o brasileiro Instituto Butantan e o chinês Sinovac Biotech que nos deu a boa nova: a vacina Coronavac está pronta para imunizar os povos do Brasil.
O grupo científico do Instituto Butantan conseguiu o que nenhum outro sequer tentou: testar e produzir uma vacina no meio biológico brasileiro.



