Segurança Municipal Aspectos Gerais Em COTIA

 

Sabemos que “[…] O que chama a atenção em uma Comunidade ordenada já como Autarquia no traço político-jurídico e administrativo de uma Nação é o seu status de Segurança a depender da consciência de autarcas eleitos para o Poder local”, opinou o historiador João Barcellos a propósito das políticas públicas adotadas por Welington ´Formiga´, prefeito da municipalidade de Cotia, mas área metropolitana paulista.

A circunstância geográfica ´metropolitana´ significa que “a Cidade está perto da Capital, e então, autarcas locais são levados a considerar que o Governo regional tem entre as suas responsabilidades (também…) o trato das políticas gerenciais locais, e não é assim, pois, autarcas são eleitos para gerir a área geossocial que lhes coube eleitoralmente…” (idem). Na verdade, João Barcellos leu e interpretou o espírito da pequenez política que leva autarcas a responsabilizar os políticos de mando regional/estadual pelo trato da coisa pública em vez de se considerarem no direito constitucional de diagnosticar e dar solução à Segurança Municipal.

Em sua campanha eleitoral, “[…ao longo de muitos anos, Welington ´Formiga´ defendeu publicamente a necessidade de se estruturar a Segurança Municipal em torno dos recursos locais e o apoio estadual e federal, e eleito prefeito em 2024, logo se destacou como autarca de visão focada no trato municipal dessa ´coisa´ pública que é a segurança da Cidadania cotiana”, argumentou o historiador na defesa do amigo ´Formiga´ em encontro com intelectuais e artistas [Cotia-SP: Fev., 2026].

Uma simples olhada para governações anteriores percebe-se que a Guarda Civil Municipal cotiana raramente teve estrutura de prevenção e ação, e o que acontece agora em Cotia, tendo ´Formiga´ como gestor, é a facilitação estrutural que dá à GCM autonomia de trabalho, porque é uma gestão local focada nas pessoas. Ou seja. “…a Segurança Municipal depende unicamente da estrutura que a Autarquia que lhe oferece, e é olhando os/as policiais em ação que se determina a gestão pública de uma GCM…”, concluiu o historiador.

Não é fácil nem comum ver/escutar um intelectual como João Barcellos defender autarcas, mas ele o faz quando considera que o/a autarca faz acontecer politicamente o que a consciência em res publica determina como Cidadania.

 

Cris Jordão

gdNoética / jCorpus

 

Foto de João Barcellos

João Barcellos

Publicou o primeiro livro em 1968 e, no mesmo ano iniciou atividade jornalística, cultural e tecnológica. No Brasil, desde 1988, foi co-fundador do jornal O Serigrafico, Jornal Corpus, das revistas Vida & Construção e Impressão & Cores. Literariamente, coordena as coletâneas Palavras Essenciais e Debates Paralelos (ambas com 15 volumes). É co-fundador da agência Koty Marketing (2020).