EDUARDO XAROPINHO

 

Eduardo e o Xaropinho

 

Acerca do boneco Xaropinho é fácil escrever pela hilária irreverência diante do cotidiano brasileiro socialmente em frangalhos politizados. Mas é mais fácil ainda escrever acerca de Eduardo Mascarenhas, o educador, escritor e, também pastor evangélico (…sem controvérsia: os dons divinos sempre são aceitos quando o Bem é a prece por atos sociais em política pública…). Juntar o Eduardo artisticamente criativo com o engraçado Xaropinho foi e é uma dose cultural que faz o Brasil se reinventar frente à telinha das televisões.

Mas, em 2026, a convite de Welington ´Formiga´, amigo e prefeito de Cotia, o Eduardo decidiu ajudar Cotia e o Brasil virando candidato a Deputado Federal (Eduardo Xaropinho, 1211) em chapa com FranSilva, este a Deputado Estadual (20668) e, óbvio, o Eduardo levando o boneco Xaropinho a tiracolo.

É comum em todo o mundo que um profissional da comunicação inserido em campanha político-eleitoral o faça com as suas habilidades e ferramentas – e, o Xaropinho é a ferramenta do trabalho artístico de Eduardo Mascarenhas.

Qual é a perspectiva? Políticos da região de Cotia já arranharam posições legislativas federal e estadual, mas não a representação autêntica da autarquia Cotia. Envolvido em políticas sociais nunca exercidas na municipalidade de Cotia, o prefeito perspectivou a oportunidade de um morador da região com possibilidades de chegar ao Congresso e defender os interesses do Povo de Cotia. Quem melhor que um comunicador tarimbado em grandes audiências locais e nacionais? Ora, o Eduardo Xaropinho.

Eis aqui a possibilidade de o Povo de Cotia agarrar a oportunidade e ter uma pessoa íntegra e ligada a políticas sociais públicas, como o Eduardo Mascarenhas, no Congresso Nacional.

A escolha é popular, mas é preciso que a intelectualidade, também ela, desça do muro e do morro e se faça presente no voto a Eduardo Xaropinho.

 

João Barcellos _ autor de ´Cotia – Uma História Brasileira´, ´Ordem & Sociedade´, entre outros livros; editor das revistas ´Impressão & Cores´ e ´jCorpus´; membro-fundador do Grupo de Debates Noética.

Foto de João Barcellos

João Barcellos

Publicou o primeiro livro em 1968 e, no mesmo ano iniciou atividade jornalística, cultural e tecnológica. No Brasil, desde 1988, foi co-fundador do jornal O Serigrafico, Jornal Corpus, das revistas Vida & Construção e Impressão & Cores. Literariamente, coordena as coletâneas Palavras Essenciais e Debates Paralelos (ambas com 15 volumes). É co-fundador da agência Koty Marketing (2020).